Dalglish.7, em 25 April 2018 - 14:34, disse:
O problema é que a critica não é válida. O Liverpool não é o que foi descrito. Não pelo menos da forma caótica que foi descrito. E assim sendo seria de esperar uma mudança de opinião com o tempo. Mas não acontece porque o que existe é a preferência de um estilo em relação a outro.
O texto que colocas é mais um. É uma treta. E passo a explicar porquê. O futebol do Klopp É EMOCIONAL. Vive dessa superioridade emocional, principalmente em grandes jogos. O que esse senhor não vê como mérito do Liverpool é mérito do Liverpool. O que aconteceu nesses minutos acontece sempre. Ora, se acontece mais que uma vez, já dificilmente será sorte não é?
Para falar disto é preciso enquadrar algo que é perceptível e que o Klopp referiu recentemente. Há clubes que têm um DNA próprio, uma maneira própria de os adeptos quererem que a equipa jogue. Ele fala do Liverpool e do Dortmund como exemplos disso. Se forem ver o Liverpool dos anos 80 é exactamente igual ao actual. É assim que os adeptos querem que o clube jogue.
Ora isso cria a simbiose perfeita. O Liverpool nunca ataca ferozmente nos primeiros 15 ou 20 minutos (ainda ontem isso aconteceu). Mas a partir daí é uma questão de tempo até entrar o lado emocional e programado. Há um lance em que o Liverpool ataca como gosta e cria perigo. Está dado o trigger. É aí que vês o Klopp a festejar cortes de carrinho. É aí que a equipa pressiona como se não houvesse amanhã. É aí que correm, é aí que o estádio pega fogo. Nesse momento seja o City, o Barça, a Roma, o Real Madrid, em Anfield, já perderam o jogo. Estão a jogar contra 60 mil. Tudo lhes sai mal. Tudo sai bem ao Liverpool.
É por isso que ontem viste um jogo mais ou menos até ao trigger. Depois foi rolo compressor. Foi por isso que o City para a liga e champions sofreu 3 golos em minutos. Há um lance do Mané que não dá golo mas a equipa percebe é aqui e agora. Já não respiram. Ontem foi exactamente igual. Lance de Firmino, Mané, falha. Mas estava lançado o mote. Dortmund em 2016, a perder 3-1, ainda melhor exemplo é. Golo do Coutinho e lá vão eles. Mas alguém acha que isto é à toa quando é recorrente?
O lado emocional faz parte da estratégia do Klopp. Ele sabe que naquele momento a equipa adversária está fragilizada e tenta infligir a maior quantidade de dano possível. É mérito do Liverpool que as equipas adversárias constantemente não consigam manter o equilíbrio emocional.
O texto que colocas é mais um. É uma treta. E passo a explicar porquê. O futebol do Klopp É EMOCIONAL. Vive dessa superioridade emocional, principalmente em grandes jogos. O que esse senhor não vê como mérito do Liverpool é mérito do Liverpool. O que aconteceu nesses minutos acontece sempre. Ora, se acontece mais que uma vez, já dificilmente será sorte não é?
Para falar disto é preciso enquadrar algo que é perceptível e que o Klopp referiu recentemente. Há clubes que têm um DNA próprio, uma maneira própria de os adeptos quererem que a equipa jogue. Ele fala do Liverpool e do Dortmund como exemplos disso. Se forem ver o Liverpool dos anos 80 é exactamente igual ao actual. É assim que os adeptos querem que o clube jogue.
Ora isso cria a simbiose perfeita. O Liverpool nunca ataca ferozmente nos primeiros 15 ou 20 minutos (ainda ontem isso aconteceu). Mas a partir daí é uma questão de tempo até entrar o lado emocional e programado. Há um lance em que o Liverpool ataca como gosta e cria perigo. Está dado o trigger. É aí que vês o Klopp a festejar cortes de carrinho. É aí que a equipa pressiona como se não houvesse amanhã. É aí que correm, é aí que o estádio pega fogo. Nesse momento seja o City, o Barça, a Roma, o Real Madrid, em Anfield, já perderam o jogo. Estão a jogar contra 60 mil. Tudo lhes sai mal. Tudo sai bem ao Liverpool.
É por isso que ontem viste um jogo mais ou menos até ao trigger. Depois foi rolo compressor. Foi por isso que o City para a liga e champions sofreu 3 golos em minutos. Há um lance do Mané que não dá golo mas a equipa percebe é aqui e agora. Já não respiram. Ontem foi exactamente igual. Lance de Firmino, Mané, falha. Mas estava lançado o mote. Dortmund em 2016, a perder 3-1, ainda melhor exemplo é. Golo do Coutinho e lá vão eles. Mas alguém acha que isto é à toa quando é recorrente?
O lado emocional faz parte da estratégia do Klopp. Ele sabe que naquele momento a equipa adversária está fragilizada e tenta infligir a maior quantidade de dano possível. É mérito do Liverpool que as equipas adversárias constantemente não consigam manter o equilíbrio emocional.
<3














